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14

Grupo Focal sobre Co-infecção HIV/Aids/Tuberculose

Queridos Leitores,

Gostaríamos de convida-los para participarem de um grupo focal sobre co-infecção HIV/Aids/Tuberculose.

É uma nova parceria do Epah/Quero fazer com o Programa da USAID/Brazil AIDSTAR One Social Tech: Social Technologies for Sustainable Access to Tuberculosis Control and HIV/AIDS Interventions.

O Grupo Focal acontecerá no dia 18 de maio (sexta-feira).

Teremos dois grupos:

Grupo da manhã: das 9:30 as 11:30 horas

Grupo da tarde: das 14:30 as 16:30 horas

Os encontros serão no CRD – Centro de Referencia da Diversidade: Rua Major Sertório, 292/294 – Centro (próximo ao Metro Republica) – Telefone: (11) 3151.5786.

Haverá uma ajuda de custo para transporte e alimentação no valor de R$ 60,00.

Caso você tenha interesse, envie um e-mail para epah@epah.org.br e entraremos em contato.

TEMOS VAGAS LIMITADAS PARA ESSES GRUPOS, OU SEJA, 12 PESSOAS EM CADA PERÍODO.

Lembrando que o público alvo são pessoas LGBTTs.

mai
09

Testagem voluntária no ‘Quero Fazer’ registrou 3.9% de diagnósticos positivos para o HIV

Rio de Janeiro registrou a maior porcentagem de resultados positivos. 6848 pessoas fizeram o teste nas quatro cidades que recebem o projeto. 

A iniciativa envolve as cidades do Recife, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, e tem como foco as populações consideradas mais vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens (HSH), gays e travestis.

Na capital pernambucana, 2% das 3404 pessoas que fizeram o teste entre os meses de fevereiro e dezembro foram diagnosticadas com HIV. No Distrito Federal foram 1818 exames e 1.1% de resultado positivo durante o mesmo período. Em São Paulo, onde a ação ocorreu de setembro a dezembro, foram 759 exames com 5% de casos HIV+.

Do total de 6848 pessoas que fizeram o teste nas quatro cidades, 53% eram gays, HSH ou travestis; aproximadamente 54% tinham entre 18 e 30 anos; 55% nunca tinham feito o exame; e 66% eram negros ou pardos. A média de diagnósticos positivos para o HIV foi de 3.9%.
“A realização do teste de HIV em quase sete mil pessoas em menos de um ano foi bem positiva”, analisa o coordenador nacional do Quero Fazer, o ativista Beto de Jesus. Segundo ele, mesmo tendo como foco a população de HSH, gays e travestis, as campanhas não foram “estigmatizadas”, o que pode ser comprovado pela grande quantidade de pessoas que fizeram o teste e se declaram heterossexuais, 3208.

No Rio de Janeiro, onde se registrou a maior porcentagem de resultados positivos para o HIV, Beto acredita que pode ser justificado pelo local da promoção do exame, a sede do Grupo Arco-Íris. “É um espaço frequentado principalmente por pessoas que têm relações homossexuais, e muitas delas mais velhas, o que significa que ao longo da vida, provavelmente, já passaram por mais situações de vulnerabilidade”, explica.

O percentual de atendimento da população prioritária no Rio de Janeiro foi de 92%. Em São Paulo, de 86%; em Brasília, 43%; no Recife, 41%.

“Sinto que a população homossexual é muito bem recebida pelos nossos aconselhadores. A abordagem e o respeito prestado por eles, como a identificação das travestis pelo nome feminino, tem atraído muitas pessoas”, conta Beto.

Com exceção do Rio de Janeiro, os aconselhamentos e testagens do programa Quero Fazer são feitos num trailer. Em São Paulo, no Largo do Arouche; no Recife, na Praça do Carmo, próximo ao Bar Pity Hausen e em municípios da região metropolitana; e em Brasília, no Parque da Cidade, no Setor de Diversões Sul e em cidades satélites.

O Quero Fazer é executado pela organização não governamental Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada (EPAH), com apoio da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.

Também apoiam esta iniciativa os Programas Municipais e Estaduais de DST/Aids onde são realizados as ações, a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Grupo Pela Vidda-RJ, Movimento Paulistano de Luta e Articulação contra a Aids (MOPAIDS), Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+), Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco (AMOTRANS), grupo Leões do Norte, grupo Estruturação, ELOS LGBT, ANAV-Trans e Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids – Núcleo Distrito Federal.

Com informações da Agência de Notícias da AIDS

mai
08

Portadores do HIV e aids estão entre as populações prioritárias da campanha de vacinação contra a gripe

Em todo o país, 65 mil postos de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) começaram a vacinar contra a gripe neste sábado, 5 de maio, pessoas com mais de 60 anos de idade, trabalhadores de saúde, crianças entre seis meses e menores de dois anos, gestantes, povos indígenas, populações carcerárias
e aqueles em situações clínicas especiais, como os portadores do HIV e aids. (Veja a lista completa de doenças que se indica a vacinação abaixo)

A 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe é realizada pelo Ministério da Saúde em conjunto com as secretarias estaduais e municipais. Todos os estados e o Distrito Federal aderiram ao dia “D” de Mobilização Nacional.

Com o lema “proteger é cuidar”, a campanha tem como meta vacinar 80% do público-alvo (30,1 milhões), o que representa 24,1 milhões de pessoas. A ideia é reduzir a mortalidade, evitar complicações e internações provocadas por infecções pelo vírus da gripe. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil realiza a maior campanha de vacinação pública das Américas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esteve na Clínica da Família Otto Alves de Carvalho, em Jacarepaguá (RJ), e em Porto Alegre (RS) para acompanhar o lançamento da campanha. “Hoje, no Dia D, não só unidades de saúde estão abertas para atender ao público, mas também temos parcerias com igrejas, shoppings e clubes de futebol. Além dos 65 mil postos de vacinação, temos 27 mil veículos em mobilização, quer sejam fluviais para chegar até a região Amazônica ou caminhonetes para chegar até a área rural”, disse, durante visita à clínica de Jacarepaguá.

A vacina influenza também é ofertada para pessoas com as seguintes situações clínicas:

HIV/aids;
Transplantados de órgãos sólidos e medula óssea;
Doadores de órgãos sólidos e medula óssea devidamente cadastrados nos programas de doação;
Imunodeficiências congênitas;
Imunodepressão devido a câncer ou imunossupressão terapêutica;
Comunicantes domiciliares de imunodeprimidos;
Profissionais de saúde;
Cardiopatias crônicas;
Pneumopatias crônicas;
Asplenia anatômica ou funcional e doenças relacionadas;
Diabetes mellitus;
Fibrose cística;
Trissomias;
Implante de cóclea;
Doenças neurológicas crônicas incapacitantes;
Usuários crônicos de ácido acetilsalicílico;
Nefropatia crônica/síndrome nefrótica;
Asma;
Hepatopatias crônicas.


Com informações da Agência Saúde e Agência de Notícias da Aids

mai
08

Governo prorroga licenciamento compulsório do efavirenz por cinco anos

O licenciamento compulsório foi uma medida adotada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva em 2007. O direito de produção do remédio era do laboratório norte-americano Merck Sharp & Dohme

A decisão foi apoiada pelo movimento social de luta contra a aids e elogiada por organizações humanitárias em várias partes do mundo.Na ocasião, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, explicou que o governo brasileiro tentou negociar por três anos com o laboratório Merck uma redução no preço do produto. Comentou que a empresa apresentou uma proposta de redução de “apenas 2%” no valor do medicamento, quando o pleito era igualar o preço pago pelo Brasil, 1,65 dólar por unidade, ao oferecido à Tailândia, de 65 centavos de dólar.

O diretor de comunicação corporativa da Merck, João Sanches, contestou os dados e ressaltou que é necessário olhar o histórico de toda a discussão. “Em 2003, nós demos dois descontos ao Ministério: um de 17% e, logo em seguida, um desconto adicional de 25%, reconhecendo que o Brasil é um país que tem um ótimo programa de tratamento do HIV/Aids”, argumentou.

Segundo João, com essas propostas o preço final do efavirenz seria o mais baixo praticado em todo o mundo, considerando os países que possuíam as mesmas características do Brasil: Índice de Desenvolvimento Humano médio e taxa de prevalência da doença menor do que 1%. “Essa é a política global de acesso a medicamentos estabelecida de comum acordo pelas indústrias farmacêuticas, a ONU, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Banco Mundial”, explicou na ocasião.

Para entender

À medida que o Brasil adotou em relação ao efavirenz é chamada licenciamento compulsório, e não quebra de patente. Isso significa que o governo brasileiro reconhece o direito de propriedade intelectual do laboratório Merck e o remunera com royalties. Trata-se de medida legitimada pelo conjunto de acordos de propriedade intelectual da Organização Mundial do Comércio, o chamado Trips, firmado em 1994.

O Efavirenz dispõe de três apresentações farmacêuticas: solução oral, 200mg e 600mg. A versão 600 mg é produzida no Brasil e as outras versões ainda são importadas, geralmente da Índia e da China.

Com informações da Agência de Notícias da Aids

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